"Quando tudo está perdido, sempre existe um caminho. Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz. Mas não me diga isso. Hoje a tristeza não é passageira. Hoje fique com febre a tarde inteira. E quando chegar a noite cada estrela parecerá uma lágrima".Dado Villa-Lobos, Renato Russo, Marcelo Bonfá
Às vezes tudo parece se perder, nas sombras do tempo. Mas nada poderá lhe tirar o sorriso que eu dou a você. Sempre existirá uma resposta para tudo o que me perguntar. Porém, se eu me negar a dizer, repreenda-me. Hoje os nossos sorrisos valem mais que a riqueza dos homens.
Deixe de lado a tristeza e vem comingo para um lugar especial, onde poderemos nos abraçar e lembrar de como a vida é descomplicada. Todas as noites quando vou dormir, lembro de você a cada minuto. Contento-me em ser seu amigo, contudo, fique sabendo que é de seu amor de amante que não quero abrir mão.
Quero dividir algo de muito importante, pois é a pessoa a qual merece meu respeito e minha atenção. Depois da incerteza a reflexão não deixa surgirem dúvidas. E não foi pela última vez que se ouviu dizer, sinceramente, "eu te amo". Enquanto houver gente sã, haverá esperança. Enquanto houver gente feliz, haverá esperança. Enquanto houver gente amando, haverá esperança. Enquanto houver gente sorrindo, haverá esperança.
Olá, caros amigos blogonautas. A partir de hoje inicio em meu blog a publicação de colunas semanais, com o objetivo de entretê-los, informá-los e orientá-los. Vocês desejam saber quais serão os temas? Calma. Postagem a postagem, vou revelar quais são eles e qual a importância do conteúdo abordado nas referidas colunas.
Hoje, dou início à coluna "Tutoriais". Esta palavra parece-lhe estranha? Não pertence ao seu vocabulário? Você já ouviu alguém pronunciá-la, mas não a encontrou no dicionário para saber o que ela significa? Sem problemas, cá estou para explicar.
Tutorial pode ser um programa de computador, ou simplesmente um texto didático, com ou sem imagens, que ensina passa a passo como trabalhar e obter aproveitamento de ferramentas eletrônicas como o Word, O PowerPoint, Adobe Photoshop e vários outros, além de ensinar a resolver problemas com sistemas operacionais, por exemplo, o Windows.
Hoje, ensinarei um recurso interessante do software Microsoft Word. Trata-se do recurso conhecido como Falso Texto. Para melhor explicar a sua utilidade, imagine que você precisa testar determinada formatação em um texto qualquer, ou tenha de digitar uma frase e copiá-la diversas vezes para montar um parágrafo, a fim de usá-lo para preencher um documento do PageMaker ou mesmo do InDesign, programas de diagramação.
Imaginou? Uma porcaria, não é mesmo? Mas não fique chateado, a partir de agora você saberá um pequeno truque que realiza esse serviço sem complexidades. O primeiro passo é abrir um novo documento no Microsoft Word. Na página em branco digite o seguinte comando: =rand (x,y). O x indica a quantidade de parágrafos que o Word irá gerar. O y é o número de frases que se repetiram dentro dos parágrafos.
Após digitar esse comando, aperte a tecla Enter e pronto! Se você possui a versão 2003 do programa, ele apresentará a seguinte frase: "A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso." Embora esse recurso pareça ser nada útil, ele é uma ótima opção para testar padrões de formatação de trabalhos escolares e universitários.
Aproveite esse tutorial, caro bloqueiro, pois tem muito mais de onde ele veio. Aguarde as próximas postagens da coluna Tutoriais, que será publicada sempre às sextas-feiras.
Pela última vez, ele fez carícias nela, para mostrar-lhe o carinho e o amor que há tempos preserva. E olhou para ela como se fosse o amante idealizado pelas grandes poetisas. Pode sentir a dor da rejeição da pessoa que tanto ama, quando os lábios não mais se encontraram no instante em que os corações pareciam provocar disritmia.
Pela última vez, o cancioneiro dedicou sua trova aos ouvidos confusos e rebeldes. O sentimento, que antes existia, partiu para Pasárgada à procura de uma amizade complacente. Os desejos fogosos e ardentes deram passagem aos momentos de racionalidade lânguida. Os projetos serão priorizados, e sob nenhuma circunstância, voltarão para o segundo plano.
Pela última vez, o jovem estudante abriu mão de uma leitura para conversar sobre assuntos inacabados. Nada fará jus aos momentos indesejáveis de tristezas, aos julgamentos e às palavras de desagrado. O arrependimento faz-se presente para relembrar as prioridades e a proteção emocional. A ilusão não mais machuca, uma vez que foi abandonada.
Pela última vez, ouviu-se dizer, com sentimento verdadeiro, a frase "eu amo você". E a música, a prosa e a poesia deixaram de possuir uma única musa inspiradora. Notou-se, a chegada do ostracismo para afastar as perturbações. Nada, simplesmente, nada faria com que a razão desse asas à emoção.
Pela última vez, o beijo deixou de significar o climax de um amor quase platônico. Pela última vez, o olhar míope focalizou a incerteza. Pela última vez, o silêncio tornou-se voz para fomentar a paixão. Pela última vez, o amante disse que seria a última vez.
Na quinta-feria passada, os alunos do 4º semestre diurno do curso de Jornalismo, do Centro Universitário Toledo, deram início às entregas e apresentações das análises de enquadramentos midiáticos que foram pedidos pela professora de Teoria do Jornalismo II, Karenine Miracelly.
Três grupos se apresentaram, dentre eles o meu, formado pelas alunas Juliana Martins, Paula Senche, Tamyres Araújo, Simône Silva e, é claro, por mim. Todos os cinco grupos tiveram um mês para pesquisar a maneria com que dois veículos de comunicação, fossem eles impressos, radiofônicos, televisivos ou mídias online, publicaram determinada informação.
No nosso caso, as moças e eu decidimos analisar o enquadramento dado pelo Folha de S. Paulo e pelo jornal O Estado de S. Paulo dos jogos Parapan-Americanos 2007, sediados no Rio de Janeiro. Para aqueles que não tiveram a oportunidade de assistir à apresentação, a hora é agora.
Com a autorização de todas elas, disponibilizo nesta mensagem os links para a pesquisa empírica em si, com os textos e as análises de enquadramento, e a apresentação feita de PowerPoint. Leia e analise com bastante atenção e você entenderá o porquê de nossa conclusão.
Teimosia | substantivo feminino: qualidade de teimoso; pertinácia; teima excessiva.
Dizem que sou pessimista porque encaro as coisas como elas são. Não acrescento arco-íris ao dia chuvoso, não planto semestes de girassol onde só há água para regá-las. Gosto de buscar aquilo que consigo visualizar, aquilo no qual cretido 80% de certeza de alcance.
Se ser teimoso é sinômino de persistência, os mais puristas que me tolerem: não corro atrás de problemas. Se eles me perseguem, isso é uma outra questão. Se a teimosia faz mesmo parte de nossas vidas, por que não usá-la a nosso favor? Sim, aprisioná-la e obrigá-la a nos ajudar nos momentos em que mais precisamos.
Prefiro acretidar nessa hipótese. Portanto, sou teimoso do começo ao fim. Sou teimoso nas horas em que não deveria ser (pelo menos para ou outros). Sou teimoso ao escrever a respeito de tabus. Sou teimoso ao dizer que não vale a pena investir em tudo. Teimoso a ponto de ficar incomunicável com os demais, para não abrir mão de minha teimosia.
Teimoso por sempre mandar vários boletins aos leitores deste blog, para tentar convecê-los de que vale a pena acessá-lo ao menos uma vez. Teimoso ao tentar reescrever esta mensagem mais de quatro vezes, checando vírgula por vírgula. Bem provável que eu não seja um aluno teimoso, e sim um teimoso que é aluno.
Todos têm seus momentos de teimosia. Eu, você internauta e, com certeza, aquele(a) que de tanta teimosia nunca irá ler uma só linha que teimo em deixar registrado. A teimosia é o elgo que nos une e ao mesmo tempo nos separa. Ser teimoso é ser humano. Ser humano é ter teimosice.
Somos teimosos ao perdoar alguém. Somos teimosos a torcer com o mesmo entusiasmo pelo time de futebol amado, que vai de mau a pior. Somos teimosos ao continuar acreditando que tudo o que queremos dará certo, mesmo cientes de que o realismo é o melhor amigo nas horas de dúvida. E, para não variar (teimosia, lembra?), somos teimosos até mesmo na paquera, como disse Jorge Ben Jor na música "Minha teimosia, minha arma pra te conquistar".
Fato inegável, caro leitor. Nós somos um bando de teimosos que nascemos, estudamos, trabalhamos, casamos, morremos, pensando, um ledo engano, que realmente não haverá um amanhã. Concluo meu texto, depois de tanta teimosice em forma de letras, frases, orações, sintaxes, significados diversos, deixando registrado um agradecimento: OBRIGADO, CARO INTERNAUTA! SE NÃO FOSSE POR SUA TEIMOSIA, EU NÃO TERIA ESCRITO ESTÁ MENSAGEM, E VOCÊ MUITO MENOS SERIA TEIMOSO O SUFICIENTE PARA LÊ-LA ATÉ O FIM.
"Dedicado à Paula Senche, ao Marcos Elia e ao Jean Oliveira"
Um(a) amigo(a) especial é aquele que não fica de braços cruzados quando você necessita de ajuda, de compreensão, de uma conversa sincera. Um(a) amigo(a) especial não se importa de parar o que está fazendo e lhe dar atenção, ou conversar durante horas a fio.
Um(a) amigo(a) especial diz "bom dia","boa tarde","boa noite", mesmo quando você levantou rabugento e não quer dialogar a respeito de nada. Um(a) amigo(a) especial não é somente mandar e-mails com mensagens felizes, ou ensinar-lhe conceitos de tipografia, ou entregar-lhe todos os dias o exemplar de um jornal.
Ser um(a) amigo(a) especial é mandar-lhe mensagens felizes para você não se esquecer de que é bom quisto pelo(a) rementente; é passar para você conhecimentos e materiais essenciais para a estruturação da futura carreira profissional, é também entregar-lhe um jornal todos os dias para agradá-lo e deixá-lo bem informado, para que possa acompanhar a realidade em que ele vive e o trabalho que executa.
Todos, inclusive você caro internauta, temos nosso(a) amigo(a) especial. Vamos agradecer a Deus por eles, pela companhia deles, pelos momentos os quais podemos dividir com eles. Todos os nossos(as) amigos(as) são especiais, sejam eles promotores de eventos, publicitários ou editores-executivos. E você, internauta, já abraçou seu amigo especial hoje?
Tenho andado inspirado nas últimas semanas. Quando estou mais
calado do que já sou, tenho um surto de idéias as quais preciso lapidar com a
ajuda do computador (não coloquei lápis e papel porque hoje em dia as
coisas estão modernas).
No último sábado, eu havia acabado de produzir o player do áudio
presente na postagem anterior (Leia:Eu, cantor?), e resolve abrir o editor de
textos e escrever um pouco. Talvez, fazer como os poetas da
vanguardas modernistas européias: escrever sem se preocupar com o
sentido; ou redigir palavras formassem objetos, ou ainda construir
frases que nada significassem.
Pensei, pensei, e não pra variar, pensei de novo e resolvi fazer
uma mistura de estilo. Tentar fazer um casamento perfeito do "eu" romântico,
com a "amor racional" dos parnasianos e, possivelmente, preencher as
lacunas com a aliteração e a sinestesia dos simbolistas.
Houve um momento em que deixe de lado a preocupação estética.
Busquei apenas registrar o que estava sentindo naquele instante. O resultado,
amigo bloqueiro, você pode conferir CLICANDO
AQUI. Só não se esqueça de deixar seu elogio, ou seu desagrado
no menu "Comente". Tenha uma boa reflexão poética.
Todos tem uma atividade predileta para passar, no meu caso
aproveitar, o tempo livre. Alguns preferem jogar cartas. Há aqueles que não
abrem mão de uma partida de futebol no final de semana. Outros simplesmente
preferem gastar horas na frente de um monitor, navegando pela internet. Já sei!
Quer saber logo qual é meu "aproveita-tempo".
Meu aproveita-tempo é tocar violão, é tirar das cordas sambas,
rocks populares e tudo mais o que souber de MPB. Simultâneo a essa atividade,
também desenvolvo outra. A arte de fingir que sou cantor. Calma, internauta, eu
explico. Digo fingir porque não creio que realmente possa convencer alguém de
que canto bem. Alguns amigos disseram-me que eu deveria investir em uma carreira
artista. Mas não consigo me imaginar cantando em palcos e barzinhos.
Sou melhor compositor do que cantor. Recentemente escrevi uma
música chamada "Pra Não Sentir Saudade de Você". É, na realidade, um desabafo, o
qual foi revestido com notas musicais e recebeu sons acústicos e eletrônicos. Se
você está curioso para saber se posso convencer alguém de que sou um cantor, CLIQUE AQUIe tire sua conclusão.
Obs: O player pode demorar um pouquinho para
iniciar o áudio. Caso demore muito tempo, clique em F5 para reiniciar o
carregamento.
Às vezes, na vida, Não é fácil pedir perdão, tomar cerveza
quente, aturar a sogra no domingão e, o pior de tudo: não é fácil ser
corintiano.
Eu sinto falta da emoção dos velhos clássicos. Hoje, pelo menos
para mim, não é a mesma coisa ver o Corínthians jogar contra o Palmeiras. Não
descrença pelo timão. São simplesmente dúvidas que surgem no decorrer de uma
partida qualquer como quando o adversário fará o primeiro gol? Quando o timão
vai reagir? Quando os dirigentes irão perceber que a âncora corintiana, exposta
a chuva e ao sol, já enferrujou?
O que virá depois do escândalo de lavagem de dinheiro? Como nós
torcedores iremos reagir com futuras próximas desventuras? É! Parece que o
gavião está perdendo forças, e não tem mais como voar. Será que o dia se
aproxima, ou ele já chegou? O Dia em que o Corínthians teve de mudar seu hino
para esconder a cara! Clique aqui
para ver a charge animada.
A charge foi produzida pelo grande chargista brasileiro,
Maurício Ricardo com a turma do Charges.com
Ah! Caro(a) internauta! O que você fazia nos tempos do Mário? Sim,
do Mário. Aquele mesmo Mário que você ajudava a pular sobre mosntros, a capturar
anéis de pontuação, a destruir blocos à procura de cogumelos mágicos que faziam
crescer?
Bons tempos aqueles! Em que eu não tinha de me preocupar com
trabalhos acadêmicos, com contas a pagar, com luxações indesejáveis e outros
pormenores. Tempos em que "onze hora na noite" era apenas uma frase, sem
significados cansativos e responsáveis. Ah! Que saudade.
Contudo, amigo(a) blogueiro(a), fiz essa introdução para você
se lembrar do que fazia nos tempos do Mário Bros, sim! O bom e velho encanador
com a missão de exterminar pragas que invadiam os encanamentos da cidade. Mário
Bros, aquele jogo de arcade feito pela Nintendo está de volta, pelo
menos no meu blog. Essa versão que disponibilizo aqui encontrei pela
internet.
Claro que não há comparação entre este e aquele jogo lançado em
consoles domésticos. Mas para aliviar a saudade, vale a pena curtir um pouco
as fases deste aqui. Divirta-se e não se esqueça de deixar a sua opinião no
link "Comente".
Como jogar?
Espere o jogo carregar. Clique em Play. Escolha a qualidade e
novamente clique em play. Use as setas do teclado para movimentar o Mário. A
tecla "X" faz ele pular. A tecla "C" faz ele disparar a arma. É possível
escolher até três tipos de armas: caperte 1 para arma laser, aperte 2 para
bazuca, aperte 3 para usar uma enorme chave inglesa. Obs: use os números da
parte superior do teclado. Bom Jogo! Clique aqui para
jogar
Quarta-feira, 3 de outubro de 2007. Aquele dia na faculdade foi
diferente dos demais. Não pelo fato de ninguém ter assistido à aula de
Radiojornalismo (calma, leitor, não se tratava de burlar a aula), mas sim
pela boa ação que todos nós, alunos do quarto semestre diurno de Jornalismo,
faríamos para duas inigualáveis amigas.
Dois dias antes já estava tudo definido. Todos ajudariam a
realizar uma festa para comemorar os aniversários de Juliana Siqueira e Dayane
Viana, fazendo uma vaquinha para comprar todos os aperetivos. O local escolhido
para a comemoração foi a república da Juliana, localizada próximo à
faculdade.
Às 9h da manhã, saímos rumo à festa. Dividimo-nos em duas turmas:
uma se encarregaria de levar as aniversariantes para o local da festa, com
alguma desculpa, e a outra compraria o restante dos comes e bebes. A segunda
turma, a qual eu pertencia, chegou à república por volta das 9h30. Entramos na
belíssima casa cantando "Parabéns pra você"! Ambas ficaram emocionadas.
Dayane ainda conseguiu conter algumas lágrimas. Já Juliana pôs-se chorar de
alegria.
Alguns dançaram, outros ajudavam na cozinha, outros tiravam
fotos para registrar aquele momento. Todos aguardávamos a hora do bolo, e
ela logo veio. Não houve velinhas, talvez tenha sido de propósito para não
lembrar que as lindas moças ficaram mais "velhinhas" (risos)! Porém houve
muita alegria naquela Sereníssima República, que não era a
mesma retratada por Machado de Assis, nem mesmo tinha o mesmo significado,
mas por si só tornou-se sereníssima graças aos momentos bons vivenciados
ali.
Programadores, diagramadores, publicitários ou mesmo qualquer
pessoa que utiliza o computador como ferramenta de trabalho. Quem de nós já não
teve a vontade de bater, esmurrar ou mesmo xingar o computador por ele está
lerdo, reinicia ao bel-prazer, ou pior, faz a "gentileza" de travar no momento
importuno.
Mas, será que realmente o computador nos dá tanta dor de cabeça
por falta de manutenção, atualização, formatação e outros "ãos", ou ele
resolve se vingar, por todas as pancadas no seu CPU, por todos os CTRL + ALT +
DEL pressionados, por todas as vezes nas quais a tomada de energia foi
desconectada?
Não somente o computador. Pode acontecer de nossas criações se
rebelarem contra nós. Você já criou um documento no Word, e por algum motivo
desconhecido, toda vez que você o abre ele simplesmente se fecha
automaticamente. Até parece um brinde do software: fechamento automático de
arquivo.
Navegando pela internet, encontrei um exemplo interessante de como
as nossas criações, às vezes, podem querer se vingar, chegando ao ponto de
deixar-nos loucos. Veja, vale a pena conferir. Se demorar um pouco para
carregar, clique na tecla F5 para atualizar o nagevador. Se você tiver caixas de
som, aumente o volume e aproveite.Clique aqui
para visualizar a animação
Às vezes, da calmaria, surge uma dor enorme. Uma dor incomensurável a qual não se consegue dizer ao certo de onde vem, por que não vai embora, qual o motivo de ser surgimento.
Às vezes, uma mensagem de carinho ganha outra conotação. Todas as manifestações de boa vontade, todos os votos de gentileza e todas as conquistas perdem os seus brilhos, suas importâncias e seus reais significados. De repente, não mais que de repente, o indivíduo se olha no espelho e não reconhece a imagem refletiva ao contrário.
Observa em silêncio, aquela que aparenta ser apenas mais uma pessoa neste mundo. Pensa que se existe, logo pensa, mas não consegue perceber o porquê dá falta de criatividade, da falta de mentalização, da ausência da capacidade de reflexão.
Nada substitui a vontade de estar junto de um amigo, ou "amiga". Um coração aprazível, sem ressentimentos. Do desânimo nasce a vontade de estar só, e desta aparece os primeiros indícios do ostracismo. E o que fazer quando ele se faz presente? Hum!!!!!
O que você faz quando não está feliz? O que acontece quando alguém está calado? Será falta de atenção? Será a falta de compreensão? Será necessidade de amor? Amor, amor, amor. Poderia ser a necessidade de um sentimento tão puro, tão perfeito. Diz a passagem bíblica: "o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece".
Quando alguém está calado, não seria porque existe a necessidade do amor, talvez, como eterniza a canção do Beatles, All you need is love? Sinceramente, talvez sim, não saberia dizer agora, no momento em que estou calado. E você, o que você faz quando está calado?
Eu leio, escrevo, componho e escuta músicas. Ei! Caro internauta, este texto não é para entristecer, mas sim permitir a reflexão. Às vezes, dá vontade de dizer: Hei! Mr. Postman, traga-me uma mensagem legal, de alguém especial.
Às vezes, quando alguém está calado, é simplesmente, porque esse alguém está calado.
Há algumas semanas, eu havia postado um jogo em flash chamado
Bowman. Mal tive tempo de fazer algumas alterações na página e já recebi pedidos
de colegas blogueiros para postá-lo novamente. Para aqueles que ainda não
conhecem, trata-se de um jogo de disputa de arqueiros. Você, caro internauta,
pode desafiar o computador em um duelo, ou pode convidar um colega, dividindo, é
claro, o mesmo mouse, he he!! Vamos lá, jogue-o e divirta-se, pois em breve
postarei uma surpresas para todos aqueles que frequentarem meu blog.
Olá,pessoal. Tudo bem com vocês. Cá estou de novo para firmar meu contrato com o mundo dos blogs. Hoje já vou começar fazendo uma pergunta. Você já parou para pensar sobre os diversos provedores, os quais permitem que um blog vá ao ar? Já fez uma pesquisa pelo Google (calma! é apenas uma referência, não é jabá, quem me dera) para descobrir quais páginas na internet disponibilizam uma conta gratuita de blog? Como eu já fiz, adianto para você. Existem vários, mas é melhor comentar somente sobre os que estão aportuguesados. Afinal, quem é o louco que quer correr o risco de fazer um cadastro em inglês e se declarar, por engano, que é do sexo oposto.
Os blogs viraram uma mania (não quero utilizar a expressão febre, pois não há antibiótico para isso; "risos"). Com eles, toda e qualquer pessoa, desde que tenha conhecimento básico de internet, pode ter uma página pessoal na rede mundial de computadores. Não é preciso dominar HTML, XML, JavaScript, CSS e quaisquer outras linguagens de programação de websites. Basta ter acesso a internet, paciência para passar alguns minutos diante do computador (e olha que há pessoas que ficam até altas horas em frente ao PC) e criatividade para compartilhar suas passagens do dia-a-dia, seus comentários, suas produções acadêmicas ou literárias, entre várias outras possibilidades.
Por que não experimentar essa ferramenta da internet? É gratuito. Não há motivos para ter medo. Se usado corretamente, esse recurso pode ser muito útil para você, para seu grupo de pesquisa, para sua comunidade ou até mesmo para sua empresa. O blog está sendo adotado por muitos segmentos profissionais. Quer exemplos? Tudo bem:
Os portais de notícias dos maiores jornais do Brasil já fornecem os links dos blogs de seus jornalistas. Alguns escritores, entre contistas, crônicas e poetas recorrem a este sistema para divulgarem de forma rápida e dinâmica seus trabalhos. Estudantes que participam de grupos de pesquisa formam blogs comunitários, onde todos têm um controle da conta e das postagens.
Convencido? Pronto para conhecer o mundo dos blogonautas? Certo, mas antes de sair às pressas para criar uma conta no primeiro provedor que esbarrar, reserve um tempinho para ler com calma aqueles textos grandes, chatos e cansativos, explicando todo o funcionamento e a política de utilização do serviço. Só depois, ENTENDA BEM, só depois clique naquele link padrão “crie seu blog” e não segura a vontade de escrever.
Só para não esquecer! Cuidado com o que você escrever, digo, posta no seu blog. Lembre-se que ele pode ser acessado por todas as pessoas do mundo. Informações muitos pessoais como endereço, nome de familiares, telefones e textos que permitem identificar o padrão econômico de vida não devem constar na sua página. Existem pessoas que podem se utilizar destes dados para prejudicar o dono do blog. Não tenho medo! Siga essas instruções e informa-se mais sobre o assunto e não haverá problema algum.
Quanto aos provedores que fornecem uma conta, posso citar três. Um, é claro, é o do UOL. Este mesmo que você acessou para poder ler meu blog. Outros dois legais são o Blogger (www.blogger.com.br) da Google e do portal Terra. Caso queira uma opinião, o melhor no momento é o do UOL, porque nele você consegue alterar o template da página e gerenciar arquivos novos. Ah? O que é template e esse tal de gerenciador de arquivos? He he! Esse é o tema da próxima postagem. Até lá.