Tenho andado inspirado nas últimas semanas. Quando estou mais
calado do que já sou, tenho um surto de idéias as quais preciso lapidar com a
ajuda do computador (não coloquei lápis e papel porque hoje em dia as
coisas estão modernas).
No último sábado, eu havia acabado de produzir o player do áudio
presente na postagem anterior (Leia:Eu, cantor?), e resolve abrir o editor de
textos e escrever um pouco. Talvez, fazer como os poetas da
vanguardas modernistas européias: escrever sem se preocupar com o
sentido; ou redigir palavras formassem objetos, ou ainda construir
frases que nada significassem.
Pensei, pensei, e não pra variar, pensei de novo e resolvi fazer
uma mistura de estilo. Tentar fazer um casamento perfeito do "eu" romântico,
com a "amor racional" dos parnasianos e, possivelmente, preencher as
lacunas com a aliteração e a sinestesia dos simbolistas.
Houve um momento em que deixe de lado a preocupação estética.
Busquei apenas registrar o que estava sentindo naquele instante. O resultado,
amigo bloqueiro, você pode conferir CLICANDO
AQUI. Só não se esqueça de deixar seu elogio, ou seu desagrado
no menu "Comente". Tenha uma boa reflexão poética.
Todos tem uma atividade predileta para passar, no meu caso
aproveitar, o tempo livre. Alguns preferem jogar cartas. Há aqueles que não
abrem mão de uma partida de futebol no final de semana. Outros simplesmente
preferem gastar horas na frente de um monitor, navegando pela internet. Já sei!
Quer saber logo qual é meu "aproveita-tempo".
Meu aproveita-tempo é tocar violão, é tirar das cordas sambas,
rocks populares e tudo mais o que souber de MPB. Simultâneo a essa atividade,
também desenvolvo outra. A arte de fingir que sou cantor. Calma, internauta, eu
explico. Digo fingir porque não creio que realmente possa convencer alguém de
que canto bem. Alguns amigos disseram-me que eu deveria investir em uma carreira
artista. Mas não consigo me imaginar cantando em palcos e barzinhos.
Sou melhor compositor do que cantor. Recentemente escrevi uma
música chamada "Pra Não Sentir Saudade de Você". É, na realidade, um desabafo, o
qual foi revestido com notas musicais e recebeu sons acústicos e eletrônicos. Se
você está curioso para saber se posso convencer alguém de que sou um cantor, CLIQUE AQUIe tire sua conclusão.
Obs: O player pode demorar um pouquinho para
iniciar o áudio. Caso demore muito tempo, clique em F5 para reiniciar o
carregamento.
Às vezes, na vida, Não é fácil pedir perdão, tomar cerveza
quente, aturar a sogra no domingão e, o pior de tudo: não é fácil ser
corintiano.
Eu sinto falta da emoção dos velhos clássicos. Hoje, pelo menos
para mim, não é a mesma coisa ver o Corínthians jogar contra o Palmeiras. Não
descrença pelo timão. São simplesmente dúvidas que surgem no decorrer de uma
partida qualquer como quando o adversário fará o primeiro gol? Quando o timão
vai reagir? Quando os dirigentes irão perceber que a âncora corintiana, exposta
a chuva e ao sol, já enferrujou?
O que virá depois do escândalo de lavagem de dinheiro? Como nós
torcedores iremos reagir com futuras próximas desventuras? É! Parece que o
gavião está perdendo forças, e não tem mais como voar. Será que o dia se
aproxima, ou ele já chegou? O Dia em que o Corínthians teve de mudar seu hino
para esconder a cara! Clique aqui
para ver a charge animada.
A charge foi produzida pelo grande chargista brasileiro,
Maurício Ricardo com a turma do Charges.com
Ah! Caro(a) internauta! O que você fazia nos tempos do Mário? Sim,
do Mário. Aquele mesmo Mário que você ajudava a pular sobre mosntros, a capturar
anéis de pontuação, a destruir blocos à procura de cogumelos mágicos que faziam
crescer?
Bons tempos aqueles! Em que eu não tinha de me preocupar com
trabalhos acadêmicos, com contas a pagar, com luxações indesejáveis e outros
pormenores. Tempos em que "onze hora na noite" era apenas uma frase, sem
significados cansativos e responsáveis. Ah! Que saudade.
Contudo, amigo(a) blogueiro(a), fiz essa introdução para você
se lembrar do que fazia nos tempos do Mário Bros, sim! O bom e velho encanador
com a missão de exterminar pragas que invadiam os encanamentos da cidade. Mário
Bros, aquele jogo de arcade feito pela Nintendo está de volta, pelo
menos no meu blog. Essa versão que disponibilizo aqui encontrei pela
internet.
Claro que não há comparação entre este e aquele jogo lançado em
consoles domésticos. Mas para aliviar a saudade, vale a pena curtir um pouco
as fases deste aqui. Divirta-se e não se esqueça de deixar a sua opinião no
link "Comente".
Como jogar?
Espere o jogo carregar. Clique em Play. Escolha a qualidade e
novamente clique em play. Use as setas do teclado para movimentar o Mário. A
tecla "X" faz ele pular. A tecla "C" faz ele disparar a arma. É possível
escolher até três tipos de armas: caperte 1 para arma laser, aperte 2 para
bazuca, aperte 3 para usar uma enorme chave inglesa. Obs: use os números da
parte superior do teclado. Bom Jogo! Clique aqui para
jogar
Quarta-feira, 3 de outubro de 2007. Aquele dia na faculdade foi
diferente dos demais. Não pelo fato de ninguém ter assistido à aula de
Radiojornalismo (calma, leitor, não se tratava de burlar a aula), mas sim
pela boa ação que todos nós, alunos do quarto semestre diurno de Jornalismo,
faríamos para duas inigualáveis amigas.
Dois dias antes já estava tudo definido. Todos ajudariam a
realizar uma festa para comemorar os aniversários de Juliana Siqueira e Dayane
Viana, fazendo uma vaquinha para comprar todos os aperetivos. O local escolhido
para a comemoração foi a república da Juliana, localizada próximo à
faculdade.
Às 9h da manhã, saímos rumo à festa. Dividimo-nos em duas turmas:
uma se encarregaria de levar as aniversariantes para o local da festa, com
alguma desculpa, e a outra compraria o restante dos comes e bebes. A segunda
turma, a qual eu pertencia, chegou à república por volta das 9h30. Entramos na
belíssima casa cantando "Parabéns pra você"! Ambas ficaram emocionadas.
Dayane ainda conseguiu conter algumas lágrimas. Já Juliana pôs-se chorar de
alegria.
Alguns dançaram, outros ajudavam na cozinha, outros tiravam
fotos para registrar aquele momento. Todos aguardávamos a hora do bolo, e
ela logo veio. Não houve velinhas, talvez tenha sido de propósito para não
lembrar que as lindas moças ficaram mais "velhinhas" (risos)! Porém houve
muita alegria naquela Sereníssima República, que não era a
mesma retratada por Machado de Assis, nem mesmo tinha o mesmo significado,
mas por si só tornou-se sereníssima graças aos momentos bons vivenciados
ali.